Mate a mulher boazinha demais: o resgate do seu Sagrado Feminino: Descubra por que a submissão e o silêncio sufocam a essência feminina. Um manifesto sobre autoconhecimento e o despertar da mulher consciente.



Mate a mulher boazinha demais

A verdadeira essência da mulher sucumbiu com o passar dos tempos. Fomos interiorizando nosso ser e sufocando sentimentos, nos tornando invisíveis. Deixamos de expressar opiniões e ações de tal maneira que caímos nas trevas incompreensíveis da alma feminina. Nosso fogo criativo foi abafado, mas as brasas ainda queimam.

Fomos e somos ensinadas a ter educação, a sermos solícitas, a cuidar da família e a não sermos "espertas", mas sim "boazinhas". Aprendemos a dizer, com um sorriso nos lábios: "Sim, senhor! Não, senhor!". Sempre no intuito de servir a alguém, mesmo que seja a contragosto.

No entanto, ser educada e atenciosa nunca significou matar a nossa vontade própria. Fomos ensinadas a buscar a nossa satisfação através das realizações dos outros, esquecendo que existe um desejo nosso que também pode e deve ser realizado.

"O suprassumo da injustiça é parecer ser justo sem ser." — Platão

Devemos nos reavaliar e pesar na balança da justiça o quão justas estamos sendo. Agora eu pergunto: quantas vezes parecemos ser justas com os outros e esquecemos de ser justas primeiramente conosco?

Para ser justa com os outros, em primeiro lugar, você há de ser justa consigo mesma. Ser boazinha demais não quer dizer, em momento algum, que de fato você está fazendo a coisa certa.

Precisamos exterminar anos de submissão, abrir passagem para o novo e buscar uma etapa baseada em experiências mais profundas e conhecimentos guardados no fundo do baú de nossos corações. Portanto, eu digo: mate a mulher boazinha demais, antes que ela mate você!

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