Postagens

Mostrando postagens de maio, 2026

Para Além do Intelecto: Como Encontrar a Liberdade no Mistério do Ser

Imagem
Um dos maiores propósitos do Vedanta é nos ensinar a ser livres. Mas como alcançar essa liberdade em um mundo tão focado na razão, no controle e no debate constante? Em uma recente aula de Vedanta com o professor Acharya Jonas Masetti , mergulhamos em reflexões profundas sobre a mente, o ego e a sabedoria do coração. Abaixo, compartilho os principais aprendizados dessa jornada de autoconhecimento. A Metáfora do Rei e do Mendigo Imagine que dentro de nós habitam dois personagens: o Rei e o Mendigo. O Rei representa o nosso intelecto e o nosso ego. Ele é cheio de vontades, quer controlar o reino e ditar as regras. O Mendigo é a parte simples e livre do nosso Ser. Ele representa a sabedoria pura, o estado de simplesmente ser quem se é, sem amarras. O que o Rei mais inveja no Mendigo é justamente a sua liberdade. O intelecto (Rei) percebe que não consegue, por si só, ter a paz da alma (Mendigo). Como o Rei não pode simplesmente abandonar seu trono e virar mendigo, ele o...

Mate a mulher boazinha demais: o resgate do seu Sagrado Feminino: Descubra por que a submissão e o silêncio sufocam a essência feminina. Um manifesto sobre autoconhecimento e o despertar da mulher consciente.

Imagem
Mate a mulher boazinha demais A verdadeira essência da mulher sucumbiu com o passar dos tempos. Fomos interiorizando nosso ser e sufocando sentimentos, nos tornando invisíveis. Deixamos de expressar opiniões e ações de tal maneira que caímos nas trevas incompreensíveis da alma feminina. Nosso fogo criativo foi abafado, mas as brasas ainda queimam. Fomos e somos ensinadas a ter educação, a sermos solícitas, a cuidar da família e a não sermos "espertas", mas sim "boazinhas". Aprendemos a dizer, com um sorriso nos lábios: "Sim, senhor! Não, senhor!" . Sempre no intuito de servir a alguém, mesmo que seja a contragosto. No entanto, ser educada e atenciosa nunca significou matar a nossa vontade própria. Fomos ensinadas a buscar a nossa satisfação através das realizações dos outros, esquecendo que existe um desejo nosso que também pode e deve ser realizado. "O suprassumo da injustiça é parecer ser justo sem ser." — Platão Devemos nos reavaliar e pesar n...